Quanto custa passar um mês na Holanda? Veja quanto gastamos em 30 dias

O que você vai ver neste post

É batata: toda vez que a gente volta de viagem tem alguém perguntando sobre despesas. E depois do nosso mês morando na Holanda não foi diferente. Muita gente quis saber quanto custa passar um mês na Holanda, quanto gastamos durante os 30 dias e se uma viagem assim saiu muito mais cara do que uma viagem ‘normal’.

A verdade é que custos de viagem sempre despertam curiosidade. Às vezes é só curiosidade mesmo. Em outros casos, quem pergunta está sonhando com uma experiência igual ou parecida e quer alguma referência para começar a montar o próprio orçamento. Então é exatamente isso que você vai encontrar aqui: quanto nós gastamos para passar 30 dias na Holanda, categoria por categoria.

IMPORTANTE: nossa viagem aconteceu entre fevereiro e março de 2020. Todos os valores deste post correspondem ao que efetivamente pagamos durante aqueles 30 dias.

Antes dos números, porém, vale lembrar uma coisa: cada viagem é única. Ainda que duas pessoas façam o mesmo roteiro, nas mesmas datas, elas podem terminar a viagem com gastos bem diferentes. A escolha da hospedagem, o tipo de alimentação, a quantidade de deslocamentos, as atrações visitadas e até pequenas decisões do dia a dia interferem no orçamento final.

Por isso, não quero te dizer quanto você vai gastar para passar um mês na Holanda. O que eu posso fazer é abrir o nosso orçamento e mostrar quanto nós gastamos, considerando as escolhas que fizemos nesta viagem. A partir daí, você consegue ter uma referência e começar a fazer as contas de acordo com o seu próprio jeito de viajar.

Quanto gastamos em 30 dias na Holanda?

Viajamos em casal e montamos uma base fixa em Rotterdam, de onde fizemos vários bate-voltas de trem por outras cidades da Holanda. Ao todo, nossos gastos ficaram assim:

CategoriaQuanto gastamos
Passagens aéreasR$ 6.841,54
HospedagemR$ 11.488,37
Seguro viagemR$ 500,65
Transporte€ 978
Alimentação€ 743
Atrações€ 77
Internet móvel€ 58

Total da viagem: R$ 28.351,84 para duas pessoas, sem incluir compras pessoais.

Como parte das despesas foi paga em euros, usamos o câmbio médio de R$ 5,13 por euro para chegar ao valor total em reais.

Bateu curiosidade de destrinchar essa conta? Então bora lá.

Gastos antes da viagem

Passagens aéreas

Pra começar, as passagens aéreas. Diferentemente de outras viagens que fizemos, nesta tínhamos duas exigências importantes na hora da compra. Primeiro, queríamos um voo direto entre Rio e Amsterdam, mesmo sabendo que isso poderia deixar a passagem mais cara. Além disso, tínhamos datas fixas.

Como a ideia era passar um mês inteiro na Holanda, o apartamento tinha um peso enorme na decisão. A gente não queria correr o risco de passar 30 dias em uma hospedagem que não fosse confortável. Por isso, primeiro escolhemos o apartamento e, só depois, compramos as passagens de acordo com as datas disponíveis para a reserva.

Voamos com a KLM. As passagens não incluíam bagagem despachada, então tivemos também esse custo adicional. No total, pagamos R$ 6.841,54 pelas duas passagens + uma mala despachada. Foi um valor acima do que costumamos pagar em viagens para a Europa, mas nossas escolhas também diminuíram bastante a possibilidade de encontrar uma tarifa mais barata.

Só pra você ter uma ideia: no final de 2018 fizemos uma viagem de 15 dias passando por Amsterdam, Barcelona e Paris. Conseguimos uma promoção da KLM e pagamos R$ 2.420 por pessoa por todos os trechos: Rio–Amsterdam, Amsterdam–Barcelona, Barcelona–Paris e Paris–Rio.

A grande diferença foi a flexibilidade. Na viagem de 2018, adaptamos as datas às passagens. Desta vez, fizemos o contrário: as passagens precisaram se encaixar nas datas que já estavam definidas.

Hospedagem

Depois de pensar e repensar nossas possibilidades, decidimos montar nossa base em Rotterdam. Era uma cidade que já havíamos visitado e que tínhamos muita vontade de conhecer mais a fundo. Ao mesmo tempo, por sua localização e pela excelente conexão ferroviária, Rotterdam funcionaria como um ótimo ponto de partida para os bate-voltas que pretendíamos fazer pela Holanda. Estava decidido.

Se você também pensa em usar a cidade como base, temos um guia completo sobre onde ficar em Rotterdam, com sugestões de hospedagem bem localizadas.

Alugamos um apartamento pelo Airbnb, a cerca de cinco minutos a pé da Rotterdam Centraal, a principal estação de trem da cidade. Era um quarto e sala aconchegante, bem localizado e confortável — características que pesam ainda mais quando a ideia é passar 30 dias no mesmo lugar.

E tivemos muita sorte também com os anfitriões. Jan e Oskar moravam no apartamento de baixo, então estavam sempre por perto caso precisássemos de alguma coisa, mas nos deixaram inteiramente à vontade durante toda a estadia. Foi aquela combinação perfeita: ter alguém disponível para ajudar sem nunca sentir que estávamos invadindo a casa de outra pessoa.

Para uma viagem longa como essa, o Airbnb funcionou muito bem. Além de muitos anfitriões oferecerem descontos para estadias maiores, ter um apartamento de verdade ajuda a criar aquela sensação de “casa” que a gente procurava. Fazíamos compras no supermercado, cozinhávamos, lavávamos roupa e, aos poucos, criávamos uma rotina.

No nosso caso, o desconto mensal foi de 17%. Somando as 30 diárias, a taxa de limpeza e a taxa de serviço do Airbnb, pagamos R$ 11.488,37.

Se você estiver planejando uma experiência parecida, vale considerar esse tipo de hospedagem. Para estadias longas, tanto o desconto quanto a possibilidade de cozinhar e lavar roupa podem fazer bastante diferença no orçamento, além do conforto de realmente ter uma casa durante a viagem.

Para viagens mais curtas, minha preferência continua sendo por hotéis. Gosto particularmente da praticidade de chegar, fazer o check-in e não precisar pensar em praticamente nada (lê-se limpeza, arrumação & preparo de refeições) durante a estadia.

Fica a dica…

Se a sua ideia for passar uma temporada em Amsterdam, encontrar um apartamento pode ser um pouco mais complicado. A cidade tem regras específicas para aluguel de temporada, o que acaba limitando a oferta de alguns tipos de imóveis. Por isso, vale pesquisar com antecedência e comparar também as opções de hotéis disponíveis para as suas datas.

Para ajudar na escolha, temos um guia completo sobre onde ficar em Amsterdam. E, se você ainda estiver montando os dias da viagem, também vale consultar nosso roteiro de Amsterdam com sugestões para até 7 dias na cidade.

Seguro viagem

Taí uma coisa que eu não abro mão. Desde o dia em que quase precisei ser internada durante uma viagem a Paris, o seguro viagem tornou-se item obrigatório aqui em casa. Mesmo em viagens curtas, mesmo quando ele não é exigido pelo destino… eu simplesmente não viajo sem.

Para os nossos 30 dias na Holanda, contratamos o TA 40 Especial, da Travel Ace, através da Seguros Promo. Pelo período completo da viagem, pagamos R$ 500,65 para os dois.

Muita gente ainda olha para o seguro viagem como uma despesa extra dentro do orçamento, principalmente porque existe a chance de passar a viagem inteira sem precisar acioná-lo. No nosso caso, ele representou menos de 2% do valor total da viagem — e, de fato, não precisamos usar. Mas seguro é assim mesmo: você contrata torcendo para que não seja necessário. E, se alguma coisa acontece, agradece imensamente ao seu eu do passado por ter incluído aquela proteção no planejamento.

Como existem planos com diferentes coberturas e preços, vale comparar as opções antes de contratar e escolher aquela que faça sentido para a sua viagem. Se quiser entender melhor como faço essa escolha, reuni neste post 7 dicas para comparar e contratar seguro viagem.

Gastos durante a viagem

Transporte pela Holanda

Durante a viagem, a categoria que mais pesou entre os gastos feitos já na Holanda foi o transporte. Ou, mais especificamente, os trens — porque, fora eles, usamos Uber uma única vez.

Era um desejo antigo conhecer as cidadezinhas do interior da Holanda e essa foi justamente uma das razões para fazermos uma viagem tão longa. A ideia era aproveitar o tempo para fazer pequenas escapadinhas pelo país, sem precisar concentrar tudo em um roteiro corrido.

A gente já sabia que esses deslocamentos encareceriam a viagem e que o trem teria uma boa responsabilidade nessa conta. Ao todo, saímos de Rotterdam 12 vezes e gastamos € 896 em passagens de trem para duas pessoas.

Já o Uber não estava nos planos originais. Desembarcamos na Holanda no dia 16 de fevereiro, no aeroporto de Amsterdam e dali havíamos nos programado para seguir de trem para Rotterdam. A viagem é relativamente rápida e gastaríamos cerca de € 33 pelo percurso. Só que nem tudo sai como planejado.

Uma tempestade com ventos antissociais interrompeu as linhas de trem que passavam pelo aeroporto naquele dia. Depois de uma noite inteira voando, tínhamos basicamente duas opções: esperar pelo menos três horas até que os trens voltassem a circular (segundo a estimativa que recebemos) ou tirar o escorpião do bolso e seguir de Uber. Escolhemos a opção mais confortável. A corrida de aproximadamente 60 quilômetros durou pouco mais de 40 minutos e custou € 82.

Eu conto isso porque é um bom lembrete de uma regra que tento seguir em qualquer viagem: nunca viaje com o orçamento completamente estrangulado. Imprevistos acontecem. Alguns deles deixam você escolher entre uma solução mais barata e outra mais confortável. Outros podem simplesmente não dar escolha nenhuma.

Assim, somando trens e Uber, gastamos € 978 com transporte.

Algumas das cidades que conhecemos nos bate-voltas saindo de Rotterdam. © Imagina na Viagem

Alimentação

A alimentação foi o segundo maior gasto durante a viagem. Foram € 423 em supermercado e mais € 320 em restaurantes, lanches e comidinhas de rua. No total, gastamos € 743 com alimentação durante os 30 dias.

Na minha opinião, foi um resultado bastante econômico para duas pessoas. Uma das grandes vantagens de passar tanto tempo no mesmo lugar é justamente poder fazer supermercado e preparar várias refeições em casa.

Por outro lado, também não ficamos controlando cada lanchinho na rua. Dava fome, a gente parava e comia, sem cerimônia. Quem quiser reduzir ainda mais essa categoria pode preparar ainda mais refeições em casa e levar lanches na mochila nos dias de bate-volta.

Atrações e passeios

Atrações podem representar uma parcela importante do orçamento, dependendo do destino e principalmente do tipo de viagem que você pretende fazer. No nosso caso, nesta viagem, elas pesaram pouco. Grande parte dos nossos passeios envolvia caminhar pelas cidades, explorar bairros, canais, mercados e outros lugares que não exigiam ingresso. Com isso, gastamos apenas € 77 em atrações durante todo o mês.

Além disso, uma viagem longa traz uma vantagem enorme: flexibilidade. Mesmo quando tínhamos alguma atração paga nos planos, contávamos com uma janela de 30 dias para encaixá-la. Se um horário não estivesse disponível ou se preferíssemos mudar os planos, normalmente dava para tentar outro dia sem grandes dramas.

Para quem viaja por um período mais curto, a situação é diferente. Se uma determinada atração é muito importante para você (principalmente quando ela é concorrida ou trabalha com horários marcados), não acho uma boa ideia deixar para comprar o ingresso só quando chegar ao destino. A chance de não haver disponibilidade justamente no dia que cabe no seu roteiro existe, e ninguém merece voltar de viagem frustrado por não ter conseguido visitar um lugar que fazia questão de conhecer.

Essa é também uma das categorias mais fáceis de prever antes do embarque. Se você já sabe quais museus, atrações e passeios quer fazer, consegue pesquisar os preços, verificar a disponibilidade e incluir esses gastos no orçamento antes mesmo da viagem.

Internet móvel

Apesar de termos Wi-Fi no apartamento, a gente também queria internet no celular para usar mapas, pesquisar informações e nos comunicar enquanto estávamos na rua. Nesta viagem, optamos por comprar os chips já na Holanda, diretamente em uma operadora local.

A decisão cabia para o tipo de viagem que estávamos fazendo. Tínhamos 30 dias pela frente, um cronograma bem folgado e nenhuma pressa. A proposta era justamente viver a cidade com calma, então perder algum tempo resolvendo o chip não atrapalhava nosso roteiro. Além disso, eu vinha de algumas experiências pouco satisfatórias com serviços de internet internacional e preferi testar uma solução local.

Escolhemos a Vodafone e tivemos uma ótima experiência durante o mês: a cobertura e a velocidade funcionaram muito bem. Os chips tinham 10 GB de internet para um mês, sem direito a ligações ou SMS. Pelos dois, pagamos € 58.

Se a viagem fosse mais curta, eu já pensaria de outra forma. Com poucos dias no destino, não acho que valha a pena gastar tempo das férias procurando uma loja física e resolvendo algo que poderia ter sido organizado ainda em casa.

Fica a dica…

(Agosto/2026) Atualização importante: de 2020 pra cá, muita coisa mudou — e minha experiência com internet internacional foi uma delas. Nas últimas viagens, fiz alguns testes com novos fornecedores e, já há algumas viagens, tenho usado o eSIM da Airalo, inclusive na própria Holanda, sempre com ótimo desempenho.

Se quiser saber mais antes de comprar, eu conto em detalhes como tem sido minha experiência com a Airalo e se acho que o eSIM vale a pena.

→ Você também pode consultar os planos de eSIM da Airalo para a Holanda clicando aqui.

E as compras?

Também fizemos algumas compras durante o mês. Ninguém é de ferro, né? Trouxe algumas coisas para a decoração de casa, produtos típicos (porque voltar da Holanda sem encher a mala de stroopwafels seria pedir demais), além de algumas roupas e cosméticos.

Mas não incluí essa categoria no orçamento da viagem por uma razão simples: compras são extremamente pessoais. Tem gente que viaja preparada para fazer compras e gente que volta com um ímã de geladeira e olhe lá. Além disso, não considero essa uma despesa necessária para que a viagem aconteça. Passagens, hospedagem, alimentação e transporte precisam estar no orçamento. Compras podem ou não fazer parte dele.

Por isso, elas ficaram fora da nossa conta final.

Quanto custa passar um mês na Holanda? Nosso total

Somando todas as despesas que entraram no orçamento, nossa viagem de 30 dias pela Holanda custou aproximadamente R$ 28.351,84 para duas pessoas.

Nossa viagem aconteceu entre fevereiro e março de 2020, e não foi exatamente o período mais tranquilo da história recente para fazer contas. Durante esses 30 dias, vimos a Covid-19 ser declarada uma pandemia, países começarem a fechar fronteiras e o mundo dar uma leve surtada (com razão). O câmbio, claro, não ficou alheio a todo esse caos e variou bastante ao longo da viagem. Por isso, para chegar ao total em reais, todas as despesas pagas em euros foram convertidas usando o valor médio da moeda durante o período: R$ 5,13 por euro.

Talvez você ache caro. Mas considere que estamos falando de 30 dias na Europa para duas pessoas, com hospedagem confortável, vários deslocamentos pelo país, alimentação, seguro, atrações e todas as demais despesas que fizeram parte da experiência, além de um câmbio especialmente instável no período.

Mais do que olhar apenas para o número final, acho interessante perceber como cada escolha influenciou esse orçamento. Economizamos em algumas categorias e gastamos mais em outras porque eram importantes para nós. No fim das contas, é exatamente por isso que não existe uma resposta única para a pergunta “quanto custa passar um mês na Holanda?”. Existe o orçamento que faz sentido para a sua viagem.

Valeu a pena passar um mês na Holanda?

Fazer uma viagem assim é uma proposta bastante diferente da convencional. Sem um roteiro apertado ou dias corridos, dá tempo de se misturar um pouco à cidade. Descobrir seu café preferido, o melhor croquete da região, criar um caminho predileto e passar tantas vezes pelos mesmos lugares que, depois de algum tempo, eles começam a parecer familiares.

Você se insere um pouquinho na rotina daquele lugar. O moço da farmácia da esquina já reconhece você quando passa. O caminho até o supermercado vira automático. Você começa a ter os seus lugares, os seus horários, as suas pequenas manias. E, com o tempo, quase esquece que existe uma casa e uma rotina esperando do outro lado do oceano.

E, justamente por termos tido tanto tempo por lá, conseguimos conhecer a cidade muito além dos lugares mais óbvios. Se Rotterdam também estiver nos seus planos, reunimos neste post o que fazer em Rotterdam e alguns dos lugares que mais gostamos de conhecer na cidade.

É uma vivência diferente. Para mim, mais do que valeu a pena. Valeu cada centavo, cada insegurança e cada borboleta da revoada que apareceu no estômago quando finalmente dissemos: “vamos reservar o apartamento”.

Valeu até nos momentos tensos. Quando uma pandemia foi declarada enquanto estávamos longe de casa. Quando nos pegamos pesquisando outros apartamentos da região, com medo de que os aeroportos fechassem antes do nosso retorno e não tivéssemos onde ficar.

Voltamos ao Brasil no dia 16 de março, justamente quando a vida por aqui começava a mudar de forma muito rápida: serviços sendo interrompidos, atividades suspensas e todo mundo que podia sendo orientado a ficar em casa. A gente ficou. E, durante mais de um ano em que nossas viagens permaneceram pausadas, foi muitas vezes nas lembranças de Rotterdam que nos apegamos.

O resto é história. Hoje, olhando pra trás, eu sei que repetiria tudo mil vezes.

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Marina Heimer

Marina Heimer é criadora e editora do Imagina na Viagem, projeto que mantém desde 2014. Cineasta e jornalista de formação, atualmente graduanda em História, seu trabalho une pesquisa, experiência prática e um olhar atento à cultura e à identidade dos destinos. Entre vídeos e artigos, compartilha o que aprende viajando pelo mundo, com informações detalhadas, dicas testadas e a convicção de que planejar a viagem é (quase) tão divertido quanto viajar.

Comentários

Uma resposta

  1. Olá Marina!!
    Aqui é a Karen, te sigo no youtube, e agora te encontrei aqui no blog.
    Queria te dizer, que vc é ótima no que faz! Sério!! vc escreve muito bem, e fala muito bem tbem!! ( e olha que não gosto do sotaque carioca)
    Fiz minha primeira viagem em outubro do ano passado pra Alemanha, e esse ano estamos querendo ir pra Amsterdam!
    Descobri esse “mundo de viagem” e desde então só quero viajar kkkkk.
    Mas te escrevo pra dizer que vc é ótima!
    Um abraço bem forte!!
    Te desejo muitas bençãoes e muitas viagens!!

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